sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Qualidade de Vida no Trabalho.

 A expressão  “qualidade de vida” tem estado muito na moda. Mas nem sempre tem sido empregada de forma correta, confunde-se, uma boa qualidade de vida com uma vida confortável (do ponto de vista material). Muitas pessoas não reconhecem qualidade de vida estando relacionado à auto-estima e ao bem-estar pessoal, a capacidade funcional, o estado emocional, a interação social, a atividade intelectual, o auto-cuidado, o próprio estado de saúde, e a satisfação com o emprego e/ou com atividades diárias e o ambiente em que se vive.
     Pode-se deduzir que são muitos os fatores que influenciam a qualidade de vida de um indivíduo, incluindo-se aspectos mais objetivos (condição de saúde, salário, moradia) e aspectos mais subjetivos (humor, auto-estima, auto-imagem).
     A qualidade de vida de trabalhadores, esta relacionada, ao “gostar do que faz”, como estar fisicamente e mentalmente em boas condições. Muitos trabalhadores passam a maior parte do dia trabalhando, e nas poucas horas de lazer, dedicam uma grande parte desse tempo para um maior rendimento do seu trabalho.  Isso faz com que o individuo obtenha um grande nível de estresse. “O controle do estresse é fundamental para a manutenção e/ou melhoria da QV, relacionando-se a função imunológica e a uma menor prevalência de algumas doenças. “(Nieman & Ornish apud Barros & Santos, 2008).
     A atividade Física vem sendo um dos fatores mais importantes para a qualidade de vida e saúde. No trabalho uma forma da pratica de AF é com a Ginástica Laboral. Na procura de um ambiente de trabalho descontraído e longe do estresse do dia-a-dia. A Ginástica Laboral, quando bem orientada, pode contribuir com a ergonomia, reduzindo as dores, fadiga, monotonia, estresse, acidentes e doenças ocupacionais dos trabalhadores.
     No trabalho, exige-se menor atividade muscular e cada vez mais capacidades intelectuais e de decisão na operação de equipamentos informatizados e automatizados. O fato da população não estar envolvida em trabalhos ativos fisicamente não traria tantas conseqüências, se o lazer não fosse também sedentário e o dia a dia cheio de comportamento agressivos ou danosos à saúde (Cox, Shephard & Corey apud Barros & Santos, 2008).
     Apesar do reconhecimento da importância da AF, estudos êm demonstrado que os trabalhadores apresentam, em geral, baixos níveis de atividade física e estão expostos a outros fatores comportamentais de risco à saúde (incluindo-se o tilismo, fumo, percepção de baixo nível de saúde e exposição a cargas de estresse elevadas) (Barros apud Barros & Santos, 2008).

Sugestões para Leitura:



  • SILVA, Marco Aurélio Dias ; MARCHI, Ricardo – Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho. Editora BEST SELLER, São Paulo,1997.

Por: Tamires Lapchisnki

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