Existem algumas conclusões sobre as vantagens e desvantagens do alongamento antes de qualquer atividade física, mas no caso do treinamento de força, como a musculação, nenhuma delas leva em conta todo e qualquer tipo de organismo, já que são sempre baseados em determinadas estruturas musculares.
O alongamento é a utilização da amplitude do movimento, cujo qual atua sobre a elasticidade muscular. A restrição física será mínima, conquistando assim a manutenção dos níveis de flexibilidade. Em suma, o alongamento executará exercícios forçando o limite articular dos movimentos e, ainda, os limites normais, trabalhando a elasticidade do músculo e a mobilidade articular, aumentando os níveis de flexibilidade do indivíduo.
De acordo com especialistas, o principal motivo pela limitação da flexibilidade em algumas pessoas são os miogênios, que são, basicamente, a inatividade causadora da limitação muscular. Ele resulta na diminuição dos sarcômeros como adaptação, porém, a musculatura tende a voltar a ampliá-los quando o corpo volta a ser ativo, aumentando assim o grau de flexibilidade.O alongamento é a utilização da amplitude do movimento, cujo qual atua sobre a elasticidade muscular. A restrição física será mínima, conquistando assim a manutenção dos níveis de flexibilidade. Em suma, o alongamento executará exercícios forçando o limite articular dos movimentos e, ainda, os limites normais, trabalhando a elasticidade do músculo e a mobilidade articular, aumentando os níveis de flexibilidade do indivíduo.
O estímulo de força, o repouso e a dieta são fundamentais para a hipertrofia muscular, porém, estudiosos mostram que o alongamento proporciona um aumento entre os espaços das ligações cruzadas, desenvolvendo a massa muscular. Além disso, o fator genético contribui para a flexibilidade entre 48% a 79%, ou seja, as pessoas que nascem com pouca, tendem a ter um encurtamento muscular mais rapidamente sem o alongamento freqüente.
A flexibilidade deve ser cultivada paralelamente ao desenvolvimento muscular, visto que ela tende a diminuir no decorrer dos anos em todas as pessoas, principalmente nas que têm uma pré-disposição genética desfavorável à flexibilidade.
Segundo Dix & Eisenbere (1990), os estudos comprovam cada vez mais que o alongamento é um dos principais cooperadores no aumento de proteína RNA, ativação da miosina, formação de sarcômeros em série e o aumento agudo de secreção da insulina IGF-I (antiga somatomedina C).
Deve-se ter consciência de que não se deve negligenciar os exercícios de alongamento em relação aos exercícios de força, já que é possível saber a quantidade necessária de flexibilidade para cada articulação. Se o aumento da hipertrofia de um indivíduo for paralelo ao aumento do nível de flexibilidade, o desenvolvimento não se limitará.
É possível perceber que a flexibilidade, sendo trabalhada de forma certa, pode proporcionar ao praticante do trabalho de força uma melhora na performance nos treinos, contribuindo também para a sua qualidade de vida.
Sugestões para leitura:
- Personal Training na Musculação (2000) – Editora Sprint
- Musculação: Fitness (1994) – Editora Sprint
- Biologia do Esporte (1991) – Editora Manole
- Artigo: “Flexibilidade e Hipertrofia: aliadas ou inimigas”, por Delson Peixoto dos Santos
Por Richard Leitholdt de Lima

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